"O que for teu desejo, assim será tua vontade.
O que for tua vontade, assim serão teus atos.
O que forem teus atos, assim será teu destino."
(Deepak Chopra)
SE...
Quantas vezes, já não ouvimos que os momentos de nossas vidas não se repetem?
Nem aqueles que vivemos de forma plena, tampouco os que permanecem na ante-sala dos nossos dias, esperando um aceno, para que possam despertar no horizonte dos nossos amanheceres.
Todos os dias deparamo-nos com escolhas a serem feitas.
E na definição dos caminhos a seguir, tantas variáveis nos inquirem, mostrando-nos de um lado, o que nos é permitido e possível (razão) e, de outro lado, o que nos prometemos (os nossos sonhos e expectativas mais íntimas).
Por que será que em muitos instantes de nossas vidas, deixamos que o “quase”, seja a mais próxima visão de felicidade que nos permitimos?
Em que parte do nosso olhar guardamos os momentos que abdicamos e que sugeriam sorrisos e carícias em nosso coração?
Por que será também que sofremos tanto pelo que não foi consumado,
consumido pelo nosso temor de modificarmos rotas ou de tentarmos novos caminhos?
Haverá uma forma de aliviar a dor, oriunda do que fizemos apenas sonho?
O que sufoca os nossos olhares é o que poderia ter acontecido, se...
“se não fosse o nosso medo”,
“se não fossem os riscos”,
“se não nos paralisasse o desconhecido”,
“se não fosse esta estranha mania de deixarmos para amanhã, como se sempre pudéssemos ter o dia seguinte”.
Tantos “ses” que também atendem por “quase”!
É oportuno dizer que a cada amanhecer, o mundo descerra suas cortinas para nós.
Cada dia de nossas vidas é sempre uma estréia.
Fernanda Guimarães
http://www.fernandaguimaraes.com.br/